Antes de aprofundar
Uma cartilha pode explicar muito bem o que é ansiedade, luto, sofrimento psíquico, violência ou crise emocional e, ainda assim, deixar o leitor sem saber o que fazer depois.
Esse é um problema importante.
Informar sobre sofrimento é apenas uma parte do caminho. Quando o material pretende orientar busca por cuidado, ele precisa ajudar a pessoa a compreender qual tipo de serviço pode fazer sentido para sua necessidade, como esse serviço funciona, como acessá-lo e o que fazer quando a situação exige atendimento mais imediato.
A inclui, no conceito de letramento em saúde, a capacidade de acessar, compreender, avaliar e utilizar informações e serviços de saúde. Isso significa que comunicação de qualidade não termina quando o leitor entende o problema; ela precisa favorecer também a navegação pelo sistema de cuidado.
Uma cartilha realmente útil, portanto, não deveria apenas dizer “procure ajuda”. Ela precisa tornar essa orientação praticável.
“Procure ajuda” é uma orientação incompleta
Para quem já conhece a rede de saúde, essa frase pode parecer suficiente.
Para muitas pessoas, não é.
Procurar onde?
Com qual profissional?
Em um serviço público ou privado?
Precisa de encaminhamento?
É necessário agendar?
Que serviço atende crianças?
Qual atende situações relacionadas a álcool e outras drogas?
E se a pessoa estiver em crise?
Uma orientação genérica transfere para o leitor toda a tarefa de descobrir o sistema.
Isso é especialmente problemático em saúde mental, porque diferentes necessidades podem ser acolhidas em diferentes pontos da rede. No SUS, por exemplo, a Rede de Atenção Psicossocial — RAPS articula Atenção Primária, CAPS, serviços especializados, urgência e emergência, atenção hospitalar e outros dispositivos.
Uma boa cartilha não precisa explicar toda a arquitetura do sistema. Precisa explicar o suficiente para que a pessoa consiga dar o próximo passo.
Primeiro, a cartilha precisa ajudar o leitor a reconhecer sua necessidade
Orientar para um serviço adequado não significa ensinar autodiagnóstico.
A pergunta não precisa ser:
“Qual transtorno você tem?”
Pode ser:
“Que tipo de necessidade está presente agora?”
Há diferença entre alguém que deseja conversar sobre um sofrimento que vem se repetindo, uma pessoa que percebe prejuízo importante em sua rotina, alguém que precisa de avaliação profissional mais específica e uma situação em que existe necessidade de atendimento imediato.
Essa distinção pode ser apresentada de maneira simples, sem transformar sinais isolados em diagnósticos.
Por exemplo, uma cartilha pode organizar necessidades como:
- sofrimento emocional que merece escuta e acompanhamento;
- necessidade de avaliação clínica ou multiprofissional;
- uso prejudicial de álcool ou outras drogas;
- sofrimento intenso que exige cuidado especializado;
- situação de urgência ou emergência.
A função dessa organização é ajudar o leitor a reconhecer a intensidade e a natureza da necessidade, não atribuir um rótulo.
Esse cuidado é essencial em materiais educativos: orientar sem ensinar autodiagnóstico, preservando história, contexto e singularidade. A função da cartilha é facilitar compreensão e acesso, não atribuir rótulos a partir de sinais isolados.
Depois, precisa explicar que tipos de serviço existem
O nome de um serviço nem sempre revela claramente sua função.
Para quem não conhece a rede, expressões como UBS, CAPS, UPA, ambulatório especializado ou atendimento psicossocial podem ser pouco compreensíveis.
Por isso, uma cartilha de orientação deve explicar cada serviço em linguagem funcional:
“Este serviço costuma ser procurado quando…”
“Aqui você pode encontrar…”
“A primeira entrada acontece desta maneira…”
No SUS, a Atenção Primária, incluindo as Unidades Básicas de Saúde, é a principal porta de entrada e também participa do cuidado em saúde mental. Os CAPS, por sua vez, são serviços comunitários voltados especialmente a pessoas em sofrimento psíquico intenso e também a necessidades relacionadas ao uso prejudicial de álcool e outras drogas.
Existem ainda modalidades específicas de CAPS. O Ministério da Saúde distingue, por exemplo, CAPS voltados ao público geral, CAPS infantojuvenis e CAPS relacionados a álcool e outras drogas, além de unidades com funcionamento 24 horas em determinadas modalidades.
Uma cartilha não precisa ensinar todas as classificações administrativas. Mas precisa indicar ao leitor qual porta pode fazer sentido para a situação descrita.
Explicar o serviço sem explicar o acesso ainda deixa uma lacuna
Saber que determinado serviço existe não significa saber chegar até ele.
Uma orientação útil deve informar, sempre que possível:
se há procura direta;
se existe necessidade de encaminhamento;
se o primeiro atendimento precisa ser agendado;
como localizar a unidade correspondente ao território;
se o serviço é gratuito;
e qual canal fornece informação atualizada.
No caso dos CAPS, por exemplo, o Ministério da Saúde informa que o primeiro acolhimento pode ocorrer por procura direta e que também é possível chegar por encaminhamento de outros serviços. Para localizar o CAPS da região, a orientação oficial é buscar informação na Secretaria Municipal de Saúde ou na UBS do território.
Esse detalhe muda completamente a utilidade de uma cartilha.
Compare:
“Em casos mais intensos, procure um CAPS.”
com:
“Os CAPS são serviços públicos de saúde mental. O primeiro acolhimento pode ocorrer por procura direta. Para localizar o serviço de referência na sua região, procure a UBS ou a Secretaria Municipal de Saúde.”
A segunda versão transforma uma recomendação abstrata em orientação utilizável.
A cartilha precisa diferenciar cuidado programado de urgência
Esse é um dos pontos mais importantes.
Nem toda situação de sofrimento exige um serviço de emergência.
Da mesma forma, situações que exigem atendimento imediato não devem ser encaminhadas apenas para uma orientação futura.
A cartilha precisa ensinar essa diferença sem dramatizar.
No SUS, a rede de urgência e emergência inclui SAMU 192, UPA 24h e pronto-socorro, inclusive para situações relacionadas à saúde mental. O SAMU 192 atende urgências de natureza clínica, cirúrgica, traumática e psiquiátrica e funciona 24 horas por dia.
Portanto, uma cartilha pode incluir um bloco destacado:
Quando buscar atendimento imediato
e explicar, em linguagem simples, que situações com risco à vida, alterações importantes de consciência, crise grave ou outras condições de urgência precisam ser direcionadas para serviços de emergência.
Esse bloco deve ser curto, visível e operacional.
O material precisa reconhecer que nem todo leitor seguirá o mesmo caminho
Uma rede de cuidado não funciona como uma linha única.
Duas pessoas com sofrimento semelhante podem acessar serviços diferentes de acordo com intensidade da necessidade, idade, território, disponibilidade local, condições clínicas, recursos financeiros e serviços existentes no município.
A própria RAPS é organizada por diferentes pontos de atenção articulados entre si, justamente porque as necessidades não são idênticas.
Por isso, uma cartilha deveria evitar fluxos rígidos do tipo:
“primeiro faça A, depois B, depois C”
quando o sistema real não funciona dessa forma.
Pode ser mais útil dizer:
“Estas são portas possíveis de entrada.”
e indicar quais circunstâncias tornam cada uma delas mais adequada.
O objetivo é orientar sem produzir uma falsa sensação de uniformidade.
Serviço adequado não significa apenas “especialista”
Uma cartilha pode induzir ao erro quando apresenta o profissional mais especializado como a única porta legítima.
Em muitos sistemas de saúde, o cuidado começa em serviços gerais e avança para atenção especializada quando necessário.
No SUS, a Atenção Primária é a principal porta de entrada e pode acolher demandas de saúde mental, acompanhar situações e articular outros pontos da rede.
Isso também ajuda a reduzir outro problema: a pessoa pode adiar a busca porque acredita que só vale procurar ajuda quando já souber exatamente qual especialista necessita.
Uma cartilha pode dizer algo simples e útil:
“Você não precisa chegar ao serviço sabendo exatamente qual profissional procura. Uma porta de entrada da rede pode ajudar a compreender a necessidade e orientar o próximo cuidado.”
Essa frase devolve função ao sistema e retira do leitor uma responsabilidade que nem sempre lhe pertence.
A cartilha também precisa explicar o que esperar do primeiro contato
Incerteza sobre o atendimento pode ser uma barreira.
Algumas pessoas não sabem se serão avaliadas, encaminhadas, medicadas, internadas ou apenas ouvidas.
Por isso, é útil explicar o que costuma acontecer na chegada.
Nos CAPS, por exemplo, o Ministério da Saúde informa que a equipe realiza acolhimento inicial para compreender necessidades imediatas. A partir dessa avaliação, a pessoa pode ser acompanhada no próprio CAPS ou ter o cuidado articulado com outro ponto da rede.
Uma cartilha não deve prometer um fluxo idêntico em todos os lugares.
Mas pode esclarecer:
“O primeiro atendimento serve para compreender sua necessidade e organizar o cuidado mais adequado.”
Essa informação reduz o medo de precisar chegar com um diagnóstico pronto ou uma decisão já tomada.
Orientar também significa mostrar como verificar se a informação continua válida
Endereços mudam.
Horários mudam.
Fluxos municipais mudam.
Serviços podem ser reorganizados.
Uma cartilha impressa pode permanecer em circulação por anos.
Por isso, informações sujeitas a atualização precisam ser acompanhadas de:
data da última revisão;
fonte oficial;
site ou QR code;
telefone institucional;
ou indicação de onde confirmar o serviço.
Esse cuidado é especialmente importante em materiais comunitários.
É melhor dizer:
“Consulte a Secretaria Municipal de Saúde para confirmar a unidade de referência”
do que imprimir uma lista extensa de endereços que pode rapidamente ficar desatualizada.
A OMS enfatiza que comunicação em saúde precisa ser compreensível e acionável. Isso inclui deixar claro o que se espera que o leitor faça e facilitar o acesso às informações necessárias para agir.
Barreiras reais também precisam ser consideradas
Às vezes, o leitor sabe onde deveria procurar ajuda, mas ainda não consegue acessar o serviço.
Pode haver distância geográfica, dificuldade de transporte, horário incompatível, deficiência, baixa conectividade digital, dificuldade de compreensão, falta de documentos, vulnerabilidade social ou desconhecimento de como navegar entre os serviços.
A ideia de navegação em saúde existe justamente porque encontrar e percorrer um sistema de cuidado pode ser complexo. A OMS descreve intervenções de navegação como estratégias destinadas a ajudar pessoas a acessar serviços, lidar com barreiras e chegar ao cuidado necessário, embora boa parte da literatura formal de navegação tenha sido desenvolvida em contextos específicos, como oncologia.
Para uma cartilha, isso significa fazer uma pergunta editorial simples:
“Estamos apenas dizendo onde a pessoa deveria ir ou estamos ajudando-a a entender como chegar até lá?”
Quando há diferentes profissões, a cartilha precisa explicar diferenças sem hierarquizar
Em saúde mental, pode haver dúvidas sobre psicologia, psiquiatria, Psicanálise, assistência social, terapia ocupacional, enfermagem e outros campos.
Uma cartilha pode ajudar descrevendo funções gerais, sem sugerir que uma profissão resolve todos os problemas e sem ultrapassar limites regulatórios.
Em vez de criar uma tabela rígida de “sintoma → profissional”, é melhor explicar que diferentes profissionais podem participar do cuidado dependendo da necessidade e que, em alguns casos, o acompanhamento é multiprofissional.
A RAPS brasileira é organizada justamente com equipes e serviços de diferentes áreas. Os CAPS, por exemplo, contam com equipes multiprofissionais e articulam cuidado com outros pontos da rede.
Uma orientação madura apresenta essas possibilidades sem transformar o leitor em responsável por montar sozinho sua própria equipe.
Uma boa cartilha precisa terminar com um próximo passo claro
Depois de ler o material, a pessoa deveria conseguir responder:
“O que eu posso fazer agora?”
Esse próximo passo pode ser:
procurar uma UBS;
localizar um CAPS;
entrar em contato com um serviço;
conversar com um profissional já envolvido no cuidado;
confirmar um endereço;
ou buscar urgência quando necessário.
A orientação precisa ser suficientemente concreta para favorecer ação, mas ampla o bastante para respeitar diferenças territoriais e individuais.
Esse equilíbrio permite oferecer informação acessível e tecnicamente responsável sem substituir avaliação individual nem induzir tratamento específico.
Da informação ao acesso
Uma cartilha realmente orientadora pode ser pensada por uma sequência simples:
reconhecer a necessidade → compreender as opções → identificar a porta de entrada → saber como acessar → reconhecer urgência → confirmar informações → dar o próximo passo.
Essa estrutura não transforma o material em serviço de triagem.
Ela transforma informação em possibilidade concreta de navegação.
Uma cartilha cumpre melhor sua função quando deixa de dizer apenas:
“Existe cuidado.”
e passa a ajudar o leitor a compreender:
“Por onde posso começar?”
Uma pergunta para levar
Ao terminar uma cartilha de saúde mental, talvez a melhor avaliação não seja apenas:
“O leitor entendeu o conteúdo?”
Mas:
“Depois de entender, ele sabe qual próximo passo pode dar e onde confirmar essa orientação?”
É nessa passagem da compreensão para a ação que informação educativa pode realmente favorecer acesso.
Perguntas frequentes
Uma cartilha deve indicar serviços específicos?
Pode, desde que as informações sejam verificáveis e atualizadas. Quando endereços e fluxos mudam frequentemente, pode ser mais seguro indicar canais oficiais de localização e informar a data de revisão do material.
A cartilha deve dizer qual profissional a pessoa precisa procurar?
Pode explicar funções gerais e possíveis portas de entrada, mas deve evitar transformar situações complexas em correspondências rígidas entre sintomas e profissões.
Toda pessoa em sofrimento mental precisa procurar um CAPS?
Não. Os CAPS são serviços especialmente voltados a situações de sofrimento psíquico intenso e outras necessidades específicas. A Atenção Primária também é porta de entrada para cuidado em saúde mental no SUS.
É preciso encaminhamento para procurar um CAPS?
O Ministério da Saúde informa que é possível chegar por procura direta para o primeiro acolhimento, além de encaminhamentos por outros serviços.
O que uma cartilha deve indicar para situações de urgência?
Deve diferenciar urgência de cuidado programado e apresentar serviços adequados. No SUS, SAMU 192, UPA 24h e pronto-socorro integram a atenção às urgências e emergências; o SAMU 192 também atende urgências psiquiátricas.
Glossário
Letramento em saúde: capacidade de acessar, compreender, avaliar e utilizar informações e serviços para tomar decisões relacionadas à saúde.
Navegação em saúde: conjunto de conhecimentos, recursos ou estratégias que ajudam uma pessoa a localizar e acessar serviços adequados dentro de um sistema de cuidado.
Porta de entrada: serviço pelo qual uma pessoa pode iniciar seu contato com uma rede de saúde.
RAPS: Rede de Atenção Psicossocial do SUS, composta por diferentes pontos de atenção destinados ao cuidado em saúde mental e às necessidades relacionadas ao uso de álcool e outras drogas.
CAPS: Centro de Atenção Psicossocial, serviço comunitário de saúde mental destinado especialmente ao cuidado de pessoas em sofrimento psíquico intenso e a outras necessidades previstas nas diferentes modalidades do serviço.
Nota de Base Técnica e Institucional
Este artigo trata de orientação para acesso, e não de diagnóstico ou triagem individual.
A política brasileira de saúde mental é organizada por meio da Rede de Atenção Psicossocial — RAPS, que articula diferentes pontos da Atenção Primária, Atenção Especializada, urgência e emergência, atenção hospitalar e outros serviços. A UBS é a principal porta de entrada do SUS e participa do cuidado em saúde mental; os CAPS são serviços comunitários voltados especialmente a situações de sofrimento psíquico intenso e necessidades relacionadas ao uso prejudicial de álcool e outras drogas.
A organização concreta dos serviços depende do território. Por isso, materiais educativos devem evitar presumir que fluxos, horários e disponibilidade sejam idênticos em todos os municípios. Sempre que possível, a cartilha deve indicar onde a informação local pode ser confirmada.
Materiais educativos devem favorecer compreensão sem substituir atendimento profissional. Informações sobre serviços, fluxos, urgência e normas precisam ser verificadas em fontes oficiais e atualizadas antes da publicação.
Atualização técnica
Informações sobre organização da rede, portas de entrada, serviços e canais de urgência devem ser revalidadas imediatamente antes da publicação e em revisões futuras da cartilha.
Base técnica e institucional revisada em 10 de outubro de 2026.
Referências essenciais
BRASIL. Ministério da Saúde. Rede de Atenção Psicossocial — RAPS. Apresenta a organização da rede e seus diferentes pontos de atenção em saúde mental.
BRASIL. Ministério da Saúde. Centros de Atenção Psicossocial — CAPS. Descreve modalidades, funções, formas de acesso, acolhimento inicial e relação dos CAPS com outros pontos da rede.
BRASIL. Ministério da Saúde. SUS e a Saúde Mental. Apresenta princípios gerais e organização da política pública de saúde mental brasileira.
BRASIL. Ministério da Saúde. SAMU 192. Informa funcionamento do serviço e sua atuação em urgências, inclusive psiquiátricas.
WORLD HEALTH ORGANIZATION. Health literacy. Define letramento em saúde como capacidade relacionada ao acesso, compreensão, avaliação e uso de informações e serviços.
WORLD HEALTH ORGANIZATION. Understandable — Principles for effective communications. Orienta que comunicação em saúde seja clara, compreensível e indique ações que o público possa realizar.
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Sobre os autores
Djanira Soares — Enfermeira, psicanalista clínica, educadora e fundadora da Cuidar Soma — Psicanálise Integrativa. Possui formação e especializações nas áreas de Enfermagem Clínica, Educação na Saúde e Psicanálise Clínica e atua na formação de psicanalistas, com ênfase no desenvolvimento do raciocínio clínico e na compreensão integrada do ser humano.
Juan Alexandre Suarez — Advogado, engenheiro e consultor, com formação em Engenharia Elétrica e Direito e especialização em Segurança do Trabalho. Atua na estruturação de projetos, análise lógico-estrutural, gestão e interface entre aspectos técnicos, jurídicos e organizacionais nas produções da Cuidar Soma.
Nota institucional
Este conteúdo possui finalidade educativa e de orientação geral.
A indicação de tipos de serviços não substitui avaliação individual, e a organização concreta da rede pode variar conforme município, território, faixa etária, necessidade clínica e disponibilidade local.
Informações sobre endereços, horários, formas de acesso e fluxos devem ser confirmadas em canais oficiais antes de serem utilizadas em cartilhas destinadas à população.
Em situações de urgência ou emergência, devem ser procurados os serviços adequados à gravidade da situação. No SUS, os pontos de atenção incluem SAMU 192, UPA 24h e pronto-socorro.